quarta-feira, 4 de setembro de 2013
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
ABAIXO-ASSINADO - PL 4699/12
A Diretoria da ANPUH Nacional vem se manifestar, mais uma vez, a
respeito da tramitação do Projeto de Lei 4699 que regulamenta a
profissão de Historiador. A demanda por uma lei deste tipo é antiga e se
justifica com base em dois argumentos principais: a necessidade de
criar condições legais para contratação de historiadores em órgãos
públicos, como arquivos, bibliotecas, museus, instituições de
preservação cultural etc; e a intenção de evitar que pessoas sem
formação específica lecionem a disciplina História no Ensino Fundamental
e Médio.
Cabe destacar que a partir de julho passado, quando o Projeto passou a ter reais possibilidades de ser aprovado, avolumaram-se as manifestações contrárias, provenientes de entidades nacionais (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, Sociedade Brasileira de História da Educação, Sociedade Brasileira de História da Ciência, Comitê Brasileiro de História da Arte) e internacionais (Société d’Histoire et d’Épistémologie des Sciences du Langague e Royal Historical Society) que apelam aos legisladores brasileiros para não aprovarem o Projeto. A ANPUH, sempre disposta ao debate franco e democrático, tem explicitado as razões que motivaram a iniciativa, em reuniões com diversas associações, com o intuito de buscar o diálogo e dirimir possíveis dúvidas.
Temos insistido que a mobilização em favor da lei não é movida por outros interesses, como apontam, injustamente, alguns dos críticos do projeto. Não há a intenção de garantir privilégios indevidos para ninguém, mas, valorizar a importância da formação universitária especializada para profissionais de História. Tampouco existe o propósito de controlar uma área de conhecimento que todos desejam seja livre e, muito menos, nós historiadores profissionais – principais interessados em garantir a liberdade – pretenderíamos o contrário.
Que fique claro: a lei não prevê Conselhos profissionais nem formas parecidas e nenhuma entidade vai controlar a profissão. Da mesma forma é importante explicitar, de forma clara e inequívoca, que o Projeto não tem qualquer pretensão de regular o mercado editorial: qualquer pessoa tem, como sempre teve e continuará tendo, o direito de pesquisar, escrever e publicar trabalhos que tratem de temas, questões, lugares, eventos, personagens ou qualquer aspecto ligado à História. Apresentar a proposta como cerceadora desse tipo de atividade é desconhecer completamente o intuito da regulamentação. Aliás, parece que alguns críticos não leram o texto da lei, enquanto seria recomendável que todos o fizessem.
Nas últimas semanas, algumas entidades internacionais têm se manifestado contra o projeto, com base em sua experiência e realidade nacional. Embora respeitemos todas as opiniões, entendemos que não se pode perder de vista as peculiaridades brasileiras. Nestas plagas, o Estado tradicionalmente interfere nas relações de trabalho e regula uma série de atividades profissionais, com resultados nem sempre negativos. Existem leis regulando as profissões de Sociólogo e Museólogo, por exemplo. Se uma lei desse tipo é necessária para que órgãos públicos possam fazer concursos para historiadores, por que ser contra?
A Diretoria da ANPUH defende com vigor a necessidade da lei, não obstante, está aberta ao diálogo com todos os interessados nas questões relativas às atividades dos historiadores. Entendemos que iniciativas voltadas ao aperfeiçoamento do projeto podem ser benéficas, desde que não impliquem retrocesso grave na sua tramitação parlamentar.
Portanto, é com este intuito que vimos solicitar a manifestação de seu apoio à iniciativa de regulamentar a profissão de Historiador.
Cabe destacar que a partir de julho passado, quando o Projeto passou a ter reais possibilidades de ser aprovado, avolumaram-se as manifestações contrárias, provenientes de entidades nacionais (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, Sociedade Brasileira de História da Educação, Sociedade Brasileira de História da Ciência, Comitê Brasileiro de História da Arte) e internacionais (Société d’Histoire et d’Épistémologie des Sciences du Langague e Royal Historical Society) que apelam aos legisladores brasileiros para não aprovarem o Projeto. A ANPUH, sempre disposta ao debate franco e democrático, tem explicitado as razões que motivaram a iniciativa, em reuniões com diversas associações, com o intuito de buscar o diálogo e dirimir possíveis dúvidas.
Temos insistido que a mobilização em favor da lei não é movida por outros interesses, como apontam, injustamente, alguns dos críticos do projeto. Não há a intenção de garantir privilégios indevidos para ninguém, mas, valorizar a importância da formação universitária especializada para profissionais de História. Tampouco existe o propósito de controlar uma área de conhecimento que todos desejam seja livre e, muito menos, nós historiadores profissionais – principais interessados em garantir a liberdade – pretenderíamos o contrário.
Que fique claro: a lei não prevê Conselhos profissionais nem formas parecidas e nenhuma entidade vai controlar a profissão. Da mesma forma é importante explicitar, de forma clara e inequívoca, que o Projeto não tem qualquer pretensão de regular o mercado editorial: qualquer pessoa tem, como sempre teve e continuará tendo, o direito de pesquisar, escrever e publicar trabalhos que tratem de temas, questões, lugares, eventos, personagens ou qualquer aspecto ligado à História. Apresentar a proposta como cerceadora desse tipo de atividade é desconhecer completamente o intuito da regulamentação. Aliás, parece que alguns críticos não leram o texto da lei, enquanto seria recomendável que todos o fizessem.
Nas últimas semanas, algumas entidades internacionais têm se manifestado contra o projeto, com base em sua experiência e realidade nacional. Embora respeitemos todas as opiniões, entendemos que não se pode perder de vista as peculiaridades brasileiras. Nestas plagas, o Estado tradicionalmente interfere nas relações de trabalho e regula uma série de atividades profissionais, com resultados nem sempre negativos. Existem leis regulando as profissões de Sociólogo e Museólogo, por exemplo. Se uma lei desse tipo é necessária para que órgãos públicos possam fazer concursos para historiadores, por que ser contra?
A Diretoria da ANPUH defende com vigor a necessidade da lei, não obstante, está aberta ao diálogo com todos os interessados nas questões relativas às atividades dos historiadores. Entendemos que iniciativas voltadas ao aperfeiçoamento do projeto podem ser benéficas, desde que não impliquem retrocesso grave na sua tramitação parlamentar.
Portanto, é com este intuito que vimos solicitar a manifestação de seu apoio à iniciativa de regulamentar a profissão de Historiador.
domingo, 18 de agosto de 2013
ENCONTRO CIENTÍFICO E CULTURAL: VISÕES SOBRE A CIÊNCIA
Faça sua inscrição enviando os seguintes dados para o e-mail: unccut@gmail.com
Nome:
E-mail:
Curso:
Período:
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
I ENCONTRO DO VIVARIUM-SE
Dias: 27/08 e 02/09 às 19h30 - Auditório B CEA/UFTM
Uberaba/MG
Incrições: vivariumse@gmail.com (nome, e-mail e um telefone para contato)
domingo, 11 de agosto de 2013
terça-feira, 30 de julho de 2013
quarta-feira, 17 de julho de 2013
COMUNICADO
Informamos a todos os interessados que o Intervalo Cultural é um evento promovido com a participação do IELACHS e do CADOCA. Nesse sentido, as atrações realizadas são escolhidas previamente.
As pessoas que quiserem participar devem entrar em contato com a coordenadoria de cultura e eventos, na responsabilidade de Thayane Rocha, pelo e-mail: thata-rocha@hotmail.com e com Gabriel, pelo e-mail: gabriel.free@hotmail.com
quinta-feira, 11 de julho de 2013
domingo, 7 de julho de 2013
HEMOCENTRO DE UBERABA
O Hemocentro de Uberaba está passando por dificuldades relativas ao seu estoque. Todos os tipos de sangue estão com estoque em baixa.
Os
interessados em doar podem comparecer ao local das 7h às 12h e das 14h
às 17h30. O Hemocentro fica na Avenida Getúlio Guaritá, nº 250, Abadia.
Faça sua doação!
quinta-feira, 27 de junho de 2013
segunda-feira, 17 de junho de 2013
MANIFESTAÇÃO POPULAR CONTRA A TARIFA DE ÔNIBUS DE UBERABA
Protesto Pacífico
realizado contra, principalmente, a alta tarifa de R$ 2,90 em Uberaba.
Juntos ninguém pode nos deter, juntos somos MAIS!
Chegando
às 16:00, dá tempo de organizar tudo certinho. Todos temos muitas
frases já prontas, então é só chegarmos lá com os materiais e escrever.
Quem quiser, pode levar duas ou três cartolinas, porque muitos não
poderão chegar no horário e ajudar na confecção... então, distribuímos
depois para eles.)
MANIFESTAÇÃO POPULAR CONTRA O PÉSSIMO SERVIÇO PÚBLICO E CONTRA A CORRUPÇÃO!
Dia 21 de Junho de 2013, 17 horas concentração na Praça dos Correios, logo após as 18 horas, todos serão deslocados - passando pelo Calçadão - para a Praça Rui Barbosa.
MANIFESTAÇÃO POPULAR CONTRA O PÉSSIMO SERVIÇO PÚBLICO E CONTRA A CORRUPÇÃO!
Dia 21 de Junho de 2013, 17 horas concentração na Praça dos Correios, logo após as 18 horas, todos serão deslocados - passando pelo Calçadão - para a Praça Rui Barbosa.
Fonte: Facebook
terça-feira, 21 de maio de 2013
GRADUAÇÃO: O FRACASSO INTERMINÁVEL
Se a pesquisa tem evoluído significativamente na
universidade brasileira, pelos menos é isso o que dizem os dados de órgãos
confiáveis, o ensino está estacionado há muito tempo num patamar de
mediocridade e inoperância que, na falta de levantamentos mais completos, salta
aos olhos de qualquer observador sensível à formação dos profissionais.
Desde o final dos anos 60 do século passado, há
quase 50 anos, notam-se registros formais e informais a respeito da ineficácia
das nossas graduações na preparação dos nossos jovens para a atuação competente
nas suas respectivas áreas. A licenciaturas são as que mais são denunciadas nos
estudos acadêmicos sendo evidenciados os seus currículos
antiprofissionalizantes, as desarticulações das suas disciplinas e,
consequentemente, o despreparo dos profissionais egressos de tais cursos.[...]
Se o fracasso das licenciaturas também pode ser
aquilatado pelos resultados sofríveis das nossas crianças e adolescentes nos
testes nacionais e internacionais, a saúde precária de nossa população, a
precariedade dos vários setores produtivos do nosso país, nossa economia
vulnerável, nossa justiça sofrível etc., também poderia indicar o fracasso das
graduações das áreas da saúde, das engenharias, da economia, da administração e
do direito.
Além disso, em muitas manifestações dos
profissionais responsáveis diretamente pelas graduações (professores,
pesquisadores acadêmicos) são freqüentes as referências ao declínio do nível de
conhecimentos prévios dos alunos, à sua falta de interesse em aprender e ainda
são freqüentes as demonstrações do desinteresse do professor pesquisador em
investir em ensino de graduação. [...] Assim como tudo é estanque na gestão universitária,
graduação e pós se distanciam e se tornam independentes, não apenas por
desígnios dos órgãos que as controlam, mas por lógica e valorização que regem o
mundo acadêmico.
Assim como não é possível um ensino superior de
qualidade sem um ensino básico de qualidade, por cabida extensão do raciocínio,
não haverá pós-graduação de excelência sem graduação devidamente qualificada.
Como em todos os processos de preparação pública em uma sociedade complexa como
a nossa, não há soluções miraculosas para tirar as graduações desses fracassos
intermináveis, mas há condições razoáveis dentro das próprias universidades
para a mobilização de busca de saídas factíveis para essas anomalias alongadas
no tempo.
Um bom começo seria a própria universidade fazer um
levantamento honesto, criterioso, científico sobre o nível de qualidade de suas
graduações [...]. Um desses levantamentos, que deveriam ser assumido de maneira
sistemática pelos conselhos de curso, seria o de caracterizar o aluno
ingressante em termos dos seus déficits de conhecimento necessário para os
novos aportes de uma preparação realmente em nível superior.[...]
Outra atenção merecida seria a de se utilizarem as
diretrizes oficiais sobre as graduações para se diminuir a carga disciplinar
dos cursos. [...] Por mais avançados que estejam os estudos curriculares, não
se nota nos conselhos de curso e nos departamentos preocupações em se montarem
os currículos com um número mínimo de disciplinas cujas inserções atendam a
critérios pertinentes de uma formação para uma boa atuação profissional. [...]
Há iniciativas que estão mais à mão e, se houvesse
uma mobilização efetiva dos agentes envolvidos (professores da universidade,
sobretudo) para tomá-las, certamente as nossas graduações poderiam ser vistas
com mais alento e, principalmente, prestar um serviço formativo de melhor
qualidade aos nossos graduandos.
Edson do Carmo Inforsato é professor da Faculdade
de Ciências e Letras, do campus de Araraquara da UNESP.
PROGRAMAÇÃO DA SEMANA DE CALOUROS DO CURSO DE HISTÓRIA
Atividades
acadêmicas voltadas para os discentes do curso de História da UFTM para
a semana entre o dia 20 e 24 de maio de 2013. Participe! Esta semana é
para você.
PROGRAMAÇÃO
20/05/2013 - segunda-feira
19h30 - Saudação do Reitor, da Vice-reitora, dos pró-reitores, dos
diretores de institutos e dos coordenadores de cursos de Licenciaturas e
Serviço Social.
Local - Anfiteatro A - CEA
21/05/2013 - terça-feira
19h30 - Conversa com os Ingressantes do curso de História
Coordenação dessa atividade: Professores - Alex Degan, Clayton Cardoso Romano, e Wagner da Silva Teixeira.
Local - Sala T07 - CE
19h30 - Atividade com os alunos de História (2o. ao 8o. Período)
Coordenação: Professor Flávio Henrique Dias Saldanha
Participação dos alunos graduados no Curso de História da UFTM – 2013.1
Local - Sala 201 - CE
22/05/2013 - quarta-feira
19h30 - Mesa Redonda: "Trajetórias de Históriadores: Formações, Concepções e Perpectivas"
Participação: Professoras - Claudia Regina Bovo (UFTM) e Norma Lúcia Silva (UFTM)
Coordenador da mesa: Professor Rodrigo de Freitas Costa
Local: Anfiteatro Funepu (Av. Getúlio Guaritá, 343)
23/05/2013 - quinta-feira
19h00 - Exibição do Filme: "O Clube do Imperador"
Organização e debate: CADOCA
Local: Cinema do Urbano Salomão
24/05/2013 - sexta-feira
19h30 - Aula Inaugural do primeiro semestre de 2013 do Curso de
História da UFTM "Republicanismos e repúblicas: o projeto republicano
brasileiro e a experiência oligárquica"
Participação: Profa. Dra. Claudia Viscardi (UFJF) - Presidente da ANPUH-MG
Mediador: Professor Wagner da Silva Teixeira
Local: Anfiteatro Externo A (Maria da Glória) Av. Frei Paulino, 247.
terça-feira, 14 de maio de 2013
INFORMATIVO CADOCA
Hoje damos início a mais nova etapa em nosso Centro Acadêmico. O Informativo CADOCA será o jornal do nosso CA, onde discutiremos e traremos assuntos importantes e de destaque para a comunidade da UFTM, como também trazendo a tona a educação, a universidade e demais assuntos pertinentes aos alunos e a graduação.
O Informativo CADOCA será mensal e estará disponível em nosso blog na aba "INFORMATIVO CADOCA (JORNAL)", sendo necessário apenas um clique para fazer o download do arquivo. O Informativo também será divulgado amplamente nas redes sociais.
terça-feira, 7 de maio de 2013
MEIA ENTRADA
Você sabia que nesse momento estão acontecendo diversas votações no congresso acerca da meia entrada dos estudantes? Pois é, e o debate continua ferrenho, seja a favor ou contra. O tal projeto de lei quer obrigar que apenas 40% dos ingressos sejam disponíveis como meia entrada. Todos sabemos que a cultura no nosso país é cara. E limitando os convites, os preços diminuiriam ou seria mais uma forma de expandir o gigantesco mercado da cultura? E aí, o que você pensa sobre isso? O projeto ainda precisa passar pelo senado e posteriormente para a sanção presidencial.
Abaixo um vídeo da TV Folha que discute um pouco do assunto, trazendo à discussão, jornalistas, estudantes, população e empresários.
Abaixo um vídeo da TV Folha que discute um pouco do assunto, trazendo à discussão, jornalistas, estudantes, população e empresários.
terça-feira, 16 de abril de 2013
segunda-feira, 15 de abril de 2013
PROJETOS DO CADOCA
I - Revisão
do Estatuto do CADOCA para ser registrado após consulta da Assembleia dos
Discentes;
II - Realização
de eventos e venda de artigos (camisetas, adesivos, etc) com o propósito de
criar um caixa para o Centro Acadêmico;
III - Organização
da “Calourada 2013.2” em maio em parceria com a Coordenação do Curso;
IV - Organização
do evento “Intervalo Musical” mensalmente com apresentações musicais de
discentes durante o intervalo;
V - Organização
de uma Liga em parceria com o PET-História para discussão de autores e
discussões sobre história.
VI - Participação
e organização do Plebiscito sobre a privatização do Hospital Universitário pela
EBSERH.
Atenciosamente,
AGRADECIMENTOS
Caríssimos
colegas,
É
com muito orgulho que reiniciaremos as atividades do CADOCA com uma aprovação
de 74% dos votos de nossos colegas o que só nos enche de entusiasmo e vigor. Agradeço
à Comissão Eleitoral, sem cuja participação o processo perderia em legitimidade
e ética, e que trabalhou com afinco nestes últimos dias. Agradeço à Coordenação
do Curso que nos auxiliou com os materiais necessários para a realização do
escrutínio e pelo apoio e compreensão. Agradeço aos professores por sua
paciência, e desculpo-me de antemão pelas aulas que lhes fizemos adiar por
motivo dessa reestruturação em nosso organização estudantil. Fiquem certos de
que compensaremos através de nosso trabalho por um curso melhor. Agradeço aos
estudantes e aspirantes a historiadores que participaram das Assembleias e
prestigiaram o processo eleitoral com seu voto pessoal. Agradeço à Chapa 1 na
figura de seu candidato à presidente, Renan, pela postura coerente e
respeitosa. Gostaria sinceramente que não haja barreiras de qualquer tipo que possam
impedir o diálogo e o trabalho conjunto. E agradeço finalmente aos membros da
Chapa vencedora que aceitaram compor essa gestão com o objetivo de mudar o que
precisa ser mudado e conservar o que precisa ser conservado, baseando-nos nos
melhores dos princípios.
E assim, encerro garantindo a todos trabalho e uma visibilidade cada vez maior por parte do Centro Acadêmico Orlando Ferreira - CADOCA nos meses que seguirão.
Atenciosamente,
VitorLacerda.
Presidente do CADOCA.
E assim, encerro garantindo a todos trabalho e uma visibilidade cada vez maior por parte do Centro Acadêmico Orlando Ferreira - CADOCA nos meses que seguirão.
Atenciosamente,
VitorLacerda.
Presidente do CADOCA.
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